segunda-feira, 24 de agosto de 2009
A ORIGEM DA VIDA E OS POROS DE ÁGUA
Luís Peazê
A indústria de remédios continuará produzindo medicamentos com as mesmas fórmulas vigentes, isto é, a terapêutica não mudará nada de imediato, mas, em entrevista exclusiva à agência Clínica Literária nesta Quinta-feira 16, o Dr. Peter Agre, pesquisador americano da Universidade John Hopkins, USA, um dos escolhidos pela Real Academia de Ciência da Suécia para ganhar o Prêmio Nobel de Química de 2003 revela otimismo em relação ao diagnóstico de doenças genéticas, principalmente, a partir da descoberta que lhe conferiu o maior prêmio em dinheiro e prestígio internacional (US$1,5 milhão) – as aquaporinas, poros de água que transportam proteínas para as células.
O Prêmio Nobel de Química 2003 foi anunciado para o mundo neste dia 8 de outubro último e foi dividido com o Dr. Roderick MacKinnon que determinou a estrutura tridimensional dos canais da membrana celular que controlam a passagem de sais, fundamental para a transmissão de sinais elétricos diretos às células dos nervos e dos músculos – em outros termos, canais de íon de potássio. Estas descobertas abrem uma avenida entre a estrutura atômica e a medicina clínica e esta é a sensação do início de milênio na comunidade científica não só médica como também nas áreas que lidam com a fauna e a flora. No caso das aquaporinas, do Dr. Peter Agre, os "canais protéicos" que regulam e facilitam o transporte de moléculas de água através das membranas celulares, é um processo essencial para todos os organismos vivos.
A descoberta dos canais de água, batizados como "poros de água" ou proteínas aquaporinas, marca a época de ouro dos estudos bioquímicos, fisiológicos e genéticos desses canais protéicos em bactérias, plantas e mamíferos, e de uma compreensão fundamental - em nível molecular - da associação do mau funcionamento dos canais a muitas doenças renais, do sistema músculo-esquelético e de outros órgãos. Os cientistas procuram, a partir desse conhecimento básico, drogas que têm como alvo específico os defeitos nos canais de água.
Daí para à prática, isto é, à terapêutica, se mostrando otimista com relação às novas descobertas que a ciência poderá fazer a partir dos "poros de água", quanto a identificação de mau funcionamento de órgãos como os rins e o próprio coração, o Dr. Peter Agre revelou, contudo, que de imediato "não há nada que podemos fazer, que já não vinha sendo feito, no caso de um sintoma sinalizado pela disfunção de uma aquaporina", diz ele. Perguntado sobre a qualidade de água que permeia o nosso terreno biológico, comentou que mais do que nunca a atenção mundial deve voltar-se definitivamente para a qualidade da água que ingerimos ou que utilizamos na agropecuária, as águas subterrâneas e de superfície, demonstrando estar preocupado com os problemas que o mundo enfrenta com relação a água hoje em dia.
Há 1,1 bilhão de pessoas no mundo, 18% não tem acesso a água potável, 6000 crianças morrem por dia por falta d´água, 70% da água tratada e servida à sociedade é desperdiçada antes de chegar aos lares e empresas, pela deficiência e idade (vazamentos) dos encamentos subterrâneos, estes são alguns dados alarmantes revelados pela ONU.
Tanto o Dr. Marcelo Morales, Professor do Instituto Carlos Chagas da UFRJ, e Secretário da Sociedade Brasileira de Biofísica, entidade organizadora do V Congresso Ibero-Americano de Biofísica que aconteceu no Hotel Glória do Rio de Janeiro entre os dias 12 e 15 últimos, quanto o Dr. Peter Agre, principal conferencista desse evento, informaram que desconhecem a expressão "água biológica" assim como a Medicina Integral utilizada pelo Dr. Eduardo Almeida que também foi entrevistado sobre a questão da terapêutica em relação à questão da qualidade da água.
Segundo o Dr. Eduardo Almeida, diretor do Instituto Artz de Medicina Integral, Niterói, RJ, a medicina oficial tem rejeitado as terapêuticas eficazes, e nem sempre recentes, por questões econômico-financeiras, o que favorece a indústria farmacêutica de drogas sintéticas, e inclusive a ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária se mantém atrelada a esta cocepção e se recusa a aprovar o registro de suplementos de base biológica tais como o Plasma de Quinton, que nada mais é do que a água do mar isotônica (com teor de salinidade apropriado para a espécie em tratamento). Esta terapêutica foi descoberta por René Quinton (1866-1925) e revolucionou a maneira de compreender a própria origem da vida e as teorias da evolução. Quintón baseou-se na hipótese de que "a vida animal, que começou como uma célula no mar, manteve através de toda a evolução zoológica as células que compõem cada organismo num ambiente marinho" (O Segredo das
Nossas Origens, André Mahé). O Dr. Eduardo Almeida informou que o Plasma de Quinton é utilizado por notoriedades nacionais, da alta esfera política de Brasília, por exemplo, e representa uma indústria de milhões de dólares na Espanha, onde é oficialmente autorizada pelo governo.
Tomando o ponto de vista dos cientistas entrevistados, o Prêmio Nobel de Química de 2003, Dr. Peter Agre, que possui duas patentes registradas, e o Dr. Marcelo Morales, que informou que pretende desenvolver no Brasil, num futuro próximo, uma medicina de correção antecipada de disfunções genéticas, relacionadas às descobertas dos canais de água e de íons, ou descoberta das micro estruturas moleculares, depreende-se que a terapêutica oficial e aceita pela comunidade científica permanecerá conduzida pela força do Capital que proporciona, em países ricos como os Estados Unidos, pesquisas laboriosas e caras de laborário. Do ponto de vista do Dr. Eduardo Almeida, de que o campo da Medicina Integral reposiciona o fator genético em relação ao fenótipo, lido como processo integrativo – em miúdos: o indivíduo expressa apenas parte do seu potencial genético, e essa expressão se dá, em grande medida, a partir dos seus processos integrativos, como a alimentação, o estilo de vida, etc – o ser humano, além de interagir no plano biológico e ecológico como todo ser vivo, também o faz nos planos antropológico-cultural e psico-espiritual.
Portanto, a participação dos fatores genéticos no processo do adoecimento humano seria bastante limitado, diante de situações fenotípicas (interação) como a poluição ambiental, as alergias, a dietética imprópria, o fumo, o alcool, as drogas, a violência social e familiar, o stress, etc.
A pergunta que fica com os poros abertos é: por que o poder estabelecido que rege a condução da sociedade, representado pela comunidade científica e órgãos oficiais, entre outros, ignora a aplicação de uma simples ampola de água marinha, quando ela poderia ser pelo menos conhecida por um renomado cientista, em função da espera sine die de soluções práticas? Esta pergunta nem um dos entrevistados soube responde.
Artigo do site http://www.luispeaze.com/quinton.htm
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Doenças Perigosas
Doenças que são perigosas
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.
Fonte de consulta (http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=920)
MENINGITE POR MENINGOCOCO
Casos Confirmados por UF e Região
Brasil, 2000 – 2009
Ano de 2008 2555 pesssoas no Brasil
Ano de 2009 até o mês de Abril 494 pessoas no Brasil
Fonte (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/casos_meningo2008.pdf)
Casos confirmados de Malária. Brasil, Grandes Regiões e Unidades Federadas. 1990 a 2008*
Como informação para o ano de 2008
306347 Brasileiros
Fonte
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/casos_conf_malaria.pdf
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/exames_positivos_malaria.pdf
17/08/2009 , às 16h37
Brasil produzirá vacina pneumocócica contra pneumonia e meningite
Acordo entre Fiocruz e multinacional GSK define ainda uma ação inédita em pesquisa e desenvolvimento de vacinas contra dengue, febre amarela inativada e malária vivax
O Ministério da Saúde dá mais um passo para reduzir a dependência tecnológica no setor e impulsionar a indústria farmacêutica nacional. Nesta segunda-feira, 17 de agosto, firmou acordo de transferência de tecnologia com a empresa inglesa GlaxoSmithKline (GSK) para a produção da vacina pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite por pneumococo. O imunizante será fabricado no Laboratório Biomanguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz – Rio) a partir do próximo ano. Ele protege contra meningite bacteriana, pneumonia e otite média aguda e entrará no Programa Nacional de Imunizações já em 2010.
“Com essa incorporação, o PNI, que é um programa de largo reconhecimento mundial, avança, se consolida e qualifica cada vez mais. Hoje, essa vacina está acessível apenas a quem pode pagar cerca de R$ 500 no mercado privado, para proteger cada criança. A partir do próximo ano, estará disponível gratuitamente no SUS”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante a solenidade de assinatura do acordo.
Estima-se que a incorporação da vacina pneumocócica conjugada no SUS contribuirá para evitar a morte de 10 mil crianças por ano. A imunização se configura, assim, como mais um instrumento para que o Brasil acelere a redução da mortalidade em crianças com menos de cinco anos e cumpra antecipadamente uma das metas dos Objetivos do Milênio, estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde.
A Fiocruz entregará a cada ano 13,1 milhões de doses da vacina, quantidade suficiente para imunizar os 3,2 milhões de bebês que nascem a cada ano.
Nem a morte de 10000 crianças por ano foi suficiente para que a OMS considerasse a distribuição da vacina como um caso de auxilio à humanidade.
R$ 500,00 no mercado privado ( quem investe neste mercado quer o retorno da sua grana)Se não tiver epidemia invente uma, mas devolva o meu dinheiro, caso contrário adeus pesquisas futuras.”Pensamento do Investidor”
19/12/2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Gripe Suina
Faltam essas informações sobre coisas simples que podem ser utilizadas de forma racional, sem pânico e com alto grau de eficácia na prevenção. Por exemplo, o uso das máscaras, que está virando marca registrada do pânico. Mas de que adianta pegar a máscara com a mão contaminada? De que adianta tirar a máscara para falar com alguém? E qualquer tipo de máscara serve? Em que tipo de lugar usar máscara? E se mesmo com a máscara uso a mão para coçar os olhos? Isso tudo só para falar da máscara.
O Dr. Marcio Bontempo (CRM-DF 15458), médico sanitarista do DF, divulgou uma lista de pequenos procedimentos que podem ser utilizados por qualquer pessoa. Para não tornar o artigo por demais longo, vou apresentar essas dicas em partes.
PEDRA DE CÂNFORA
Segundo o Dr. Márcio, durante a gripe espanhola no começo do século passado, milhões de pessoas morreram, mas aqueles que lidavam com os doentes raramente contraiam a virose. Havia uma orientação para que o pessoal de serviço, médicos, enfermeiros, etc. usasse um saquinho de gaze com pedras de cânfora pendurados no pescoço. As emanações voláteis da cânfora esterilizariam o ar em sua volta e protegeriam as mucosas.
Então, podemos fazer o mesmo. Basta adquirir a cânfora na farmácia comum (algumas pedrinhas bastam), confeccionar uma bolsinha de gaze e pendurar no pescoço, podendo inclusive manter por dentro do vestiário, sem necessidade de deixar à mostra (se bem que o ideal é manter do lado de fora). Deve ser usado constantemente durante o contato com as pessoas. É uma boa dica para quem lida com pessoas ou trabalha em ambiente de aglomeração, etc., completa Dr. Bontempo"
Artigo extraido do Blog do Dr.Roberte Metring