quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Entrevista com Dr. Roberto Giraldo

Entrevista com Dr. Roberto Giraldo,
Presidente do Grupo para a Reavaliação Científica da AIDS


A AIDS (sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida) não é uma doença infecciosa; não é causada por vírus e não se transmite por via sexual. Admitir a existência de um vírus – que até o momento não foi possível isolar – como origem da AIDS é negar as verdadeiras causas de uma infinidade de sintomas e patologias que a indústria médica decidiu chamar de AIDS, como são as enfermidades da pobreza e o enfraquecimento do sistema imunológico da raça humana. Admitir isso é questionar não só a origem de uma doença, como também a de grande parte dos problemas sanitários mundiais. A solução para a grande maioria desses problemas não depende de novos medicamentos e vacinas, mas de uma política justa, ética e solidária, hoje inexistente. Em linhas gerais, essas foram as conclusões apresentadas pelos cientistas dissidentes da versão oficial da AIDS no Encontro Internacional para a Reavaliação Científica da AIDS, organizado pela Asociación de Medicinas Complementarias, ocorrido em Barcelona, na Espanha, no mês de julho de 2002. O encontro, ignorado completamente pelos meios de comunicação, aconteceu paralelamente à Conferência Internacional da AIDS, patrocinada fundamentalmente pelas indústrias farmacêuticas. Como era de se esperar, as conclusões da Conferência sugeriram a promoção de novos medicamentos – e colossais investimentos para a pesquisa de uma hipotética vacina – como o único tratamento para as mais de seis milhões de pessoas afetadas.
O Doutor Roberto Giraldo, ex-catedrático de Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Antióquia, na Colômbia, e presidente do Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese do HIV-AIDS, denunciou uma vez mais, e com coragem, como o complô entre governos e indústrias farmacêuticas está pondo em perigo a sobrevivência do ser humano, com suas ações equivocadas, inverossímeis e terrivelmente mortais. Atualmente trabalha no Laboratório de Diagnóstico Molecular do New York Hospital Cornell Medical Center, de Nova Iorque. Ayda Ardila, da equipe de redação do boletim da Associação VIDA SANA de Barcelona, Espanha, entrevistou Dr. Roberto Giraldo.

Leia a entrevista em
http://www.sida-luz-positiva.org/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=56

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Auto Hemoterapia

Eu faço Auto Hemoterapia, não tomo remedio, não sei o que é precisar de médico.
Ouvindo um comercial de medicamentos no radio, o anunciante dizia em caso de suspeita de dengue o médico deverá ser procurado.
Uma afirmação como esta é aceita como normal.
Incentivo a auto medicação
Doenças tomando conta do país, e eu sou obrigado a ver um CFM cassando um médico que tem um historico de respeito profissional de todos os que o conheceram até hoje por aconselhar o uso de um metodo terapeutico utilizado inclusive por ele mesmo e por milhares de pessoas, sem efeito prejudicial algum e sem mesmo eles do CFM terem ideia do que é o tratamento.
Eu faço Auto Hemo, minha familia tambem faz, tenho muitos amigos fazendo, e estão todos muito bem obrigado.
Que todos aqueles que primam pela sua liberdade de ser e fazer estejam atentos.
Ninguem é dono do nosso direito de escolha.

Eu respeito a medicina, os médicos , pelo que podem fazer pela saúde publica, mas deveria haver um pouco mais de respeito por parte daqueles que dizem zelar pela saude do povo, quando resolvem assumir o papel de juizes. Se fossemos relatar a quantidade de profissionais da area médica que cometem erros graves e colocam vidas em risco por inepcia, e nem sempre recebem na minha opinião a punição merecida. O Dr. Luiz Moura tem pela sua vida e as suas ações todo o meu respeito.

Eu faço Auto Hemoterapia e vou muito bem.